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domingo, 22 de março de 2020

O Poder Infinito da Esperança



O Poder Infinito da Esperança

Esperança em Deus, em Sua bondade e em Seu poder reaviva nossa coragem nos desafios difíceis.

Meus queridos irmãos e irmãs, que dia glorioso para nós ao testemunharmos o anúncio de cinco novos templos feito pelo nosso amado profeta. Que lindo dia para todos nós!
Quase no final da Segunda Guerra Mundial, meu pai foi convocado pelo exército alemão e enviado para o front ocidental, deixando minha mãe cuidando sozinha da família. Embora eu tivesse apenas três anos de idade, ainda me lembro daquela época de medo e fome. Morávamos na Tchecoslováquia e, a cada dia, a guerra se aproximava e o perigo aumentava.
Finalmente, durante o frio inverno de 1944, minha mãe decidiu fugir para a Alemanha, onde os pais dela moravam. Ela nos reuniu e conseguiu de alguma forma nos colocar em um dos últimos trens de refugiados rumo ao ocidente. Viajar naquela época era perigoso. Onde quer que fôssemos, o som das explosões, os rostos tensos e a fome onipresente nos lembravam de que estávamos em uma zona de guerra.
Ao longo da viagem, o trem parava de vez em quando para obter víveres. Certa noite, durante uma das paradas, mamãe saiu apressadamente do trem para procurar comida para seus quatro filhos. Quando voltou, constatou com horror que o trem e as crianças haviam partido!
Sufocada pela preocupação, ela encheu o coração de preces desesperadas. Procurou freneticamente na enorme e escura estação de trens, atravessando os numerosos trilhos, sem perder as esperanças de que o trem não tivesse partido, apesar das evidências.
Talvez eu nunca venha a saber tudo o que se passou no coração e na mente de minha mãe naquela escura noite enquanto ela procurava seus filhos em uma fria estação ferroviária. Não tenho dúvida de que ela estava aterrorizada. Com certeza lhe passou pela mente que, se não encontrasse o trem, talvez nunca mais visse os filhos novamente. Sei com certeza disto: sua fé sobrepujou o medo e sua esperança sobrepujou o desespero. Ela não era uma mulher que ficaria sentada lamentando a tragédia. Ela agiu. Colocou sua fé e esperança em ação.
Assim, ela correu de trilho em trilho e de trem em trem até finalmente encontrar o nosso. Ele havia sido removido para uma área remota da estação. Lá, finalmente, ela reencontrou os filhos.
Sempre penso naquela noite e no que minha mãe deve ter passado. Se o tempo pudesse retroceder e eu me sentasse ao lado dela, perguntaria como conseguiu ir em frente apesar de todos os temores. Indagaria sobre fé e esperança e como ela sobrepujou o desespero.
Sei que isso é impossível, então, talvez hoje eu possa sentar-me ao lado de vocês ou ao lado de alguém que esteja desanimado, preocupado ou solitário. Hoje, quero falar-lhes a respeito do infinito poder da esperança.

A Importância da Esperança

A esperança é uma das pernas de um banco de três pernas, ao lado da fé e da caridade. Essas três pernas estabilizam nossa vida, qualquer que seja a aspereza ou a irregularidade das superfícies que encontrarmos na ocasião. As escrituras são claras e diretas sobre a importância da esperança. O Apóstolo Paulo ensinou que as escrituras foram escritas para que “tenhamos esperança”.
A esperança tem o poder de preencher nossa vida com felicidade. Sua ausência — quando esse desejo de nosso coração é adiado — pode fazer “[desfalecer] o coração”.
A esperança é um dom do Espírito: esperança de que, por meio da Expiação de Cristo e pelo poder de Sua Ressurreição, seremos elevados à vida eterna, devido a nossa fé no Salvador. Esse tipo de esperança é tanto um princípio com promessa quanto um mandamento e, como com todos os mandamentos, temos a responsabilidade de torná-la uma parte ativa em nossa vida e vencer a tentação de perder a esperança. A esperança no misericordioso plano de felicidade de nosso Pai Celestial leva à paz, à misericórdia, ao regozijo e à alegria. A esperança na salvação é como um capacete protetor; é o fundamento de nossa fé e uma âncora para nossa alma.
Morôni, em sua solidão — mesmo depois de testemunhar a completa destruição de seu povo — acreditava na esperança. No crepúsculo da nação nefita, Morôni escreveu que, sem esperança, não podemos receber uma herança no reino de Deus.

Mas Por Que Então Existe o Desespero?

As escrituras dizem que deve haver “oposição em todas as coisas”. Assim é com a fé, a esperança e a caridade. A dúvida, o desespero e o fracasso em cuidar do próximo levam-nos à tentação que nos pode fazer perder bênçãos especiais e preciosas.
O adversário usa o desespero para enlaçar nosso coração e nossa mente em sufocante escuridão. O desespero suga de nós tudo o que é vibrante e alegre e deixa um rastro de restos vazios daquilo que deveria ser a vida. O desespero aniquila a ambição, traz doenças, polui a alma e faz desfalecer o coração. O desespero pode ser comparado a uma escada que leva sempre e somente para baixo.
A esperança, por outro lado, é como um raio de sol que se ergue acima do horizonte de nossas condições atuais. Ela penetra a escuridão e traz um brilhante amanhecer. Ela nos estimula e inspira a colocar nossa confiança nos ternos braços do eterno Pai Celestial, que preparou um caminho para aqueles que buscam a verdade eterna em um mundo de relativismo, confusão e medo.

O Que É, Então, a Esperança?

As complexidades dos idiomas oferecem muitas variações e intensidades para a palavra esperança. Por exemplo, o bebê que engatinha pode esperar ganhar um telefone de brinquedo; o adolescente, o telefonema de um amigo especial; e o adulto pode apenas esperar que o telefone pare de tocar.
Quero falar hoje sobre a esperança que transcende o trivial e se concentra na Esperança de Israel, a grande esperança da humanidade, o nosso Redentor, Jesus Cristo.
Esperança não é conhecimento, mas sim confiança imutável de que o Senhor cumprirá Suas promessas a nós; é a confiança de que, se vivermos de acordo com as leis de Deus e com a palavra de Seus profetas, agora, receberemos no futuro as bênçãos desejadas. É crer e esperar que nossas orações serão respondidas. Ela se manifesta na confiança, no otimismo, no entusiasmo e na paciente perseverança.
Na linguagem do evangelho, essa esperança é segura, inabalável e ativa. Os profetas antigos falam de uma “firme esperança” e de uma “viva esperança”. É uma esperança que glorifica a Deus por meio de boas obras. Com a esperança, vêm a alegria e a felicidade.Com a esperança, podemos “ter paciência e suportar todas as nossas aflições”.

Coisas pelas quais Esperamos Após Esta Vida e Coisas pelas quais Esperamos Nesta Vida

As coisas pelas quais esperamos são, em geral, eventos futuros. Quem nos dera ver além do horizonte da mortalidade e enxergar o que nos aguarda após esta vida! É possível imaginar um futuro mais glorioso do que aquele preparado para nós por nosso Pai Celestial? Por causa do sacrifício de Jesus Cristo, não precisamos temer, pois viveremos para sempre, para nunca mais provar a morte. Por causa de Sua Expiação infinita, podemos ser limpos do pecado e ficar puros e santos diante do julgamento.O Salvador é o Autor da Salvação.
E qual é o tipo de existência pela qual esperamos após esta vida? Os que vêm a Cristo, arrependem-se de seus pecados e têm fé, viverão para sempre em paz. Pensem no valor desse dom eterno: rodeados pelos que amamos, conheceremos o significado da alegria suprema enquanto progredimos em conhecimento e felicidade. Por mais frio que este capítulo de nossa vida pareça hoje, podemos, devido à vida e ao sacrifício de Jesus Cristo, ter esperança e certeza de que o final do livro de nossa vida excederá nossas mais ambiciosas expectativas. “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam”.
As coisas que esperamos nesta vida nos sustêm na vida diária. Elas nos amparam em nossas provações, tentações e tristezas. Todos nós já enfrentamos desânimo e dificuldades. De fato, há momentos em que a escuridão parece insuportável. É nesses momentos que os princípios divinos do evangelho restaurado em que temos esperança podem nos suster e nos carregar até que, mais uma vez, andemos na luz.
Esperamos em Jesus Cristo, na bondade de Deus, nas manifestações do Espírito Santo, no conhecimento de que as orações são ouvidas e respondidas. Por Deus ter sido fiel e cumprido Suas promessas no passado, podemos esperar, confiantes, que Deus cumprirá Suas promessas também no presente e no futuro. Em épocas de aflição, podemos agarrar-nos firmemente à esperança de que as coisas “contribuirão para o [nosso] bem”, se seguirmos o conselho dos profetas de Deus. Esse tipo de esperança em Deus, em Sua bondade e em Seu poder reaviva nossa coragem nos desafios difíceis e dá força àqueles que se sentem ameaçados pelas terríveis correntes do medo, da dúvida e do desespero.

A Esperança Leva a Boas Obras

Aprendemos a cultivar a esperança da mesma maneira que aprendemos a caminhar: um passo de cada vez. Quando estudamos as escrituras, quando conversamos com o Pai Celestial diariamente, e quando nos comprometemos a cumprir os mandamentos de Deus, como a Palavra de Sabedoria e a pagar o dízimo integral, obtemos esperança.Desenvolvemos nossa habilidade de “[abundar] em esperança, pela virtude do Espírito Santo”ao viver o evangelho “mais perfeitamente”.
Pode haver ocasiões nas quais devemos tomar uma corajosa decisão de ter esperança, mesmo quando tudo ao nosso redor contradiz essa esperança. Como o Patriarca Abraão, teremos “esperança contra a esperança”. Ou, como expressou certo autor: “em meio ao pior inverno, [encontramos] dentro de [nós] um verão invencível”.
Fé, esperança e caridade completam-se mutuamente e, quando uma cresce, as outras também se desenvolvem. A esperança vem da fé, pois, sem fé não existe a esperança. Semelhantemente, a fé vem da esperança, pois a fé é “o firme fundamento das coisas que se esperam”.
A esperança é essencial tanto para a fé quanto para a caridade. Quando a desobediência, a frustração e a procrastinação corroem a fé, a esperança lá está para reerguê-la. Quando a frustração e a impaciência ameaçam a caridade, a esperança toma nossa resolução e insta conosco para cuidarmos do próximo, mesmo sem esperar recompensa. Quanto mais brilhante a nossa esperança, maior a nossa fé. Quanto mais forte a nossa esperança, mais pura a nossa caridade.
As coisas pelas quais esperamos após esta vida nos levam à fé, enquanto as coisas que esperamos nesta vida nos levam à caridade. As três qualidades — fé, esperança e caridade35 — em conjunto, alicerçadas na verdade e luz do evangelho restaurado de Jesus Cristo, levam-nos à abundância de boas obras.36

A Esperança com Base na Experiência Pessoal

Toda vez que a esperança se concretiza, surge a confiança que leva a maior esperança. Lembro-me de muitos exemplos em minha vida que me ensinaram o poder da esperança. Lembro-me bem os dias de minha infância, cercado pelos horrores e pelo desespero de uma guerra mundial, da falta de oportunidades educacionais, da vida ameaçada por doenças na juventude, e das experiências financeiras difíceis e desanimadoras como refugiado. O exemplo de nossa mãe, mesmo nas piores ocasiões, de ir em frente, colocando a fé e a esperança em ação – e não só lamentando e sonhando, susteve nossa família e a mim, e deu-nos confiança de que as circunstâncias do presente conduziriam a bênçãos futuras.
Sei, com base nessas experiências, que o evangelho de Jesus Cristo e o fato de ser membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias fortalecem a nossa fé, oferecem uma viva esperança e levam à caridade.
A esperança nos sustém em épocas de desespero. A esperança nos ensina que há razões para regozijar-nos, mesmo quando tudo são trevas ao redor.
Como Jeremias, proclamo: “Bendito o homem (…) cuja confiança é o Senhor”.
Como Joel, testifico que “o Senhor [é] o refúgio do seu povo, e a fortaleza dos filhos de Israel”.
Como Néfi, declaro: “[prossegui] com firmeza em Cristo, tendo um perfeito esplendor de esperança e amor a Deus e a todos os homens. Portanto, se assim prosseguirdes, banqueteando-vos com a palavra de Cristo, e [perseverando] até o fim, eis que assim diz o Pai: Tereis vida eterna”.
Essa é a qualidade da esperança que devemos acalentar e desenvolver. Uma esperança tão madura vem do Salvador Jesus Cristo e por meio Dele, pois todo aquele que tem essa esperança Nele purifica-se a si mesmo, mesmo como o Salvador é puro.
O Senhor nos deu uma revigorante mensagem de esperança: “Não temais, pequeno rebanho”. Deus esperará de “braços abertos para receber” os que abandonarem seus pecados e continuarem em fé, esperança e caridade.
E a todos os que sofrem — os que se sentem desanimados, preocupados e solitários — digo com amor e profunda preocupação por vocês: nunca desistam.
Nunca se entreguem.
Nunca deixem que o desespero sobrepuje seu espírito.
Abracem a Esperança de Israel e Nele confiem, pois o amor do Filho de Deus vence a escuridão, suaviza a tristeza e alegra cada coração.
Disso eu testifico, e deixo-lhes minha bênção, em nome de Jesus Cristo. Amém.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Líderes da Igreja Exortam a Guardar Melhor o Dia do Senhor





Os líderes da Igreja exortam os membros no mundo inteiro a guardar melhor o Dia do Senhor. Nas reuniões de treinamento de liderança local e regional deste ano, os líderes têm recebido instruções sobre o tema de fortalecer a fé em Deus ao guardar o Dia do Senhor com um propósito maior.
O Élder M. Russell Ballard, do Quórum dos Doze Apóstolos, explicou que os líderes da Igreja sentiram a importância de incentivar as famílias e as pessoas a repensar e reconcentrar seus esforços no que fazer no Dia do Senhor. “Nosso desejo é que, em toda a Igreja, concentremos no Senhor a nossa adoração aos domingos”, disse ele.
As recomendações incluem maior participação no planejamento das reuniões de adoração e na realização dessas reuniões sacramentais (a reunião de adoração principal) no primeiro bloco de três horas semanais de reuniões, que também inclui o a escola dominical e outras classes. O Élder Ballard disse que as mudanças propostas são recomendações que podem ser adaptadas às necessidades locais. “Temos que manter a flexibilidade. A Igreja no mundo todo tem diferentes realidades.”
Quem  deseja ver na íntegra o que foi dito, pode consultar o link abaixo.
https://www.lds.org/church/news/church-leaders-call-for-better-observance-of-sabbath-day?lang=por

domingo, 26 de julho de 2015

A história que sempre se renova

Heber J. Grant, sétimo Presidente da Igreja, nasceu em 22 de novembro de 1856. Foi ordenado apóstolo em 16 de outubro de 1882, aos 25 anos de idade, e em 23 de novembro de 1918 foi apoiado como Presidente da Igreja. O artigo a seguir foi extraído de “Story of Old” [História Antiga], Improvement Era, dezembro de 1940, pp. 713, 765.
A história de Jesus o Cristo é uma história antiga que sempre permanece nova. Quanto mais leio sobre Sua vida e obra, maior é a alegria, paz, felicidade e satisfação que me enchem a alma. Sempre há um encanto renovado que se acende em mim ao refletir sobre Suas palavras e o plano de vida e salvação que Ele ensinou aos homens durante Sua vida na Terra.
Todos sabemos que ninguém que tenha vivido na Terra exerceu tanta influência sobre os destinos do mundo quanto nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. No entanto, Ele nasceu na obscuridade, colocado numa manjedoura. Ele escolheu como apóstolos pescadores pobres e iletrados. [Mais de] 1.900 anos já se passaram desde Sua Crucificação e mesmo assim, no mundo todo, apesar de todos os conflitos e caos, ainda arde no coração de milhões de pessoas um testemunho da divindade do trabalho que Ele realizou. (…)
Meu coração se enche de alegria incomensurável e indescritível quando penso que Deus nosso Pai Celestial e nosso Senhor Jesus Cristo visitaram a Terra e tornaram a revelar o evangelho ao homem. E sinto profunda gratidão e reconhecimento, a ponto de ficar sem palavras, por Ele ter-me abençoado com o conhecimento da divindade da obra na qual estamos empenhados. Sempre Lhe pedi em oração constante e sincera que minha mente nunca se escureça, que eu nunca me desvie do caminho da retidão, mas que com o passar dos anos eu aumente meu entendimento, que a luz e a inspiração do Espírito de Deus ardam em meu coração e iluminem minha compreensão e me mantenham firme e fiel ao servir meu Pai Celestial.
E gostaria de dizer aos membros da Igreja que nos convém, nós que recebemos um testemunho da divindade da obra na qual estamos envolvidos, pôr nossa vida diária em ordem a fim de que a obra de Deus seja glorificada pelas boas ações que praticarmos. Assim, deixemos brilhar nossa luz para que os homens, ao verem nossas boas obras, glorifiquem a Deus. Nenhum povo na face da Terra foi tão abençoado como nós, santos dos últimos dias. Nenhum povo jamais recebeu as manifestações de bondade, misericórdia e magnanimidade de Deus que nos foram concedidas. Assim, digo que nós, mais do que quaisquer outros homens e mulheres do mundo, devemos levar uma vida digna e pautada por princípios divinos.

sábado, 4 de julho de 2015

Sucessão no Quórum dos 12 apóstolos - Quem será o novo Presidente do Quórum?

                                                         Sucessão
Tivemos a morte de dois membros do Quórum dos 12 apóstolos, primeiro o Elder L. Tom Perry e mais recentemente o Presidente do Qórum dos 12, isso abre uma vaga no quórum e uma como Presidente do Quórum.
                      Elder Boyd K. Packer - Presidente do Quórum dos 12 - Falecido


                                                   Elder L. Tom Perry - Falecido

                           

O padrão para o chamado do presidente do Quórum dos 12 é o mesmo do profeta, o profeta será sempre o apóstolo Senior e o presidente do Quórum será o segundo apóstolo Senior, mas o que significa ser o apóstolo senior? Significa ser mais velho em tempo de chamado.

                Hoje o profeta é o Presidente Thomas S. Monson pois ele é o apóstolo senior.

O segundo mais velho em tempo de chamado é o Elder Russel M. Nelson e ele será o Presidente do Quórum dos 12 apóstolos.

Quando o Presidente Monson falecer o Elder Nelson ocupará a posição de profeta por ser o mais velho em tempo de chamado, isso não acontecerá somente se ele vier a falacer antes do Presidente Monson.

  Gostaria de Compartilhar mais algumas coisas sobre as regras de chamado e sucessão entre os profetas de Deus.

Leiam o relato do Presidente N. Eldon Tanner sobre como o Presidente Kimball foi chamado para Presidente da Igreja e profeta do Senhor. “Após o funeral do Presidente Lee, o Presidente Kimball (então Presidente do Conselho dos Doze), convocou uma reunião de todos os apóstolos no domingo, 30 de dezembro, às 15 horas, na Sala do Conselho do Templo de Salt Lake. O Presidente Romney e eu (que fazíamos parte da Primeira Presidência) ocupamos nossa posição no Conselho, na ordem de nosso chamado, de maneira que quatorze de nós estávamos presentes.
Após um hino e a oração proferida pelo Presidente Romney, o Presidente Kimball, com grande humildade, expressou seus sentimentos para conosco. Disse que passou a sexta-feira no templo, conversando com o Senhor, e que derramou muitas lágrimas enquanto orava por orientação, a fim de assumir suas novas responsabilidades e escolher seus conselheiros.
Vestidos com o manto do santo sacerdócio, fizemos um círculo de oração; o Presidente Kimball pediu-me que o dirigisse, e ao Élder Thomas S. Monson que orasse. Após essa cerimônia, o Presidente Kimball explicou o propósito da reunião e convidou cada membro do Quórum, a partir do mais antigo, começando por Élder Ezra Taft Benson e seguindo pela ordem, para que expressasse seus sentimentos quanto a devermos organizar a Primeira Presidência naquele dia ou prosseguirmos na direção como Quórum dos Doze. Cada um disse: `Devemos organizar agora’ e muitos comentários elogiosos foram feitos a respeito do Presidente Kimball e seu trabalho com os Doze.
A seguir, o Élder Ezra Taft Benson indicou Spencer W. Kimball para ser o Presidente da Igreja. Foi apoiado pelo Élder Mark E. Petersen e unanimemente aprovado. O Presidente Kimball então nomeou N. Eldon Tanner como primeiro conselheiro e Marion G. Romney como segundo, os quais manifestaram o desejo de aceitar a posição e dedicar todo o tempo e energia para servir nesse chamado.
A aprovação dos nomes foi unânime. A seguir, o Élder Mark E. Petersen, o seguinte pela ordem de chamado ao Élder Benson, indicou este para Presidente do Quórum dos Doze, já que era o membro mais antigo. Isso foi aprovado unanimemente.
Nesse momento, todos os membros presentes impuseram as mãos sobre a cabeça de Spencer W. Kimball e o Presidente Ezra Taft Benson proferiu a bênção, ordenação e designação de Spencer W. Kimball como décimo segundo presidente de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.” (“A Administração da Igreja”, A Liahona, março de 1980, pp. 63–64.)
História - O Manto do Profeta
Depois que o Profeta Joseph Smith foi morto, o Quórum dos Doze presidiu a Igreja. Muitos santos não sabiam como seria escolhido um novo Presidente da Igreja.
Sidney Rigdon foi conselheiro do Presidente Joseph Smith durante onze anos e ajudou o Profeta de muitas maneiras. Pensava que seria o próximo Presidente da Igreja. Ele não concordou que o Quórum dos Doze Apóstolos presidisse a Igreja, querendo ser escolhido pelo povo como novo Presidente.
Sidney Rigdon convocou uma reunião para que os membros decidissem quem presidiria a Igreja. A reunião foi realizada em Nauvoo, no final de agosto de 1844, seis semanas depois do falecimento do Profeta Joseph Smith, quando Brigham Young, o apóstolo sênior, e outros apóstolos voltaram da missão. Sidney Rigdon e Brigham Young falaram naquela oportunidade.
Uma outra reunião foi convocada para as dez horas do dia seguinte. Nela aconteceu uma manifestação maravilhosa. Quando Brigham Young se levantou para falar, durante algum tempo sua aparência e voz eram iguais às de Joseph Smith.
Olhem como a vontade do Senhor foi manifestada....
Wilford Woodruff, que mais tarde tornou-se Presidente da Igreja, declarou: “Ouvi dois ou três irmãos testificarem a respeito do Irmão Young em Nauvoo. Todas as pessoas presentes na reunião, e que talvez chegassem a milhares, podiam prestar o mesmo testemunho. Eu estava lá, os Doze estavam lá e um bom número de outros santos, e todos podem prestar o mesmo testemunho. Alguém poderia perguntar: por que Brigham Young teve a aparência de Joseph Smith? Porque ali estavam Sidney Rigdon e outros homens, levantando-se e clamando ser os líderes da Igreja, e naquela situação os homens estavam confusos, sem saber para que lado virar-se. Mas assim que Brigham Young levantou-se naquela assembléia, seu semblante era o de Joseph Smith — o manto de Joseph havia caído sobre ele, o poder de Deus que estava sobre Joseph Smith estava sobre ele, que tinha a voz de Joseph, e era a voz do pastor. Não houve uma só pessoa na reunião, incluindo o próprio Rigdon, que não tenha sentido em seu coração que Brigham era o líder adequado para o povo, e que ele, Brigham, não permitiria que seu nome fosse apresentado depois daquele sermão haver sido proferido. Havia uma razão para isso na mente do Senhor; isso convenceu o povo. Eles viram e ouviram por si mesmos, e foi pelo poder de Deus”. (Journal of Discourses, 15:81)
Emmeline B. Wells também estava presente na reunião. Ela disse: “Eu estava de pé em cima de uma carroça, por isso não precisava levantar-me, mas os que estavam sentados levantaram-se deixando escapar uma exclamação de surpresa e espanto. Eu podia ver tudo muito bem, e todos realmente pensaram que era o Profeta Joseph que ressurgira dos mortos. Depois que Brigham Young proferiu algumas palavras, o tumulto diminuiu e o povo realmente soube que não era o Profeta Joseph, mas o Presidente do Quórum dos Doze Apóstolos. Foi a manifestação mais extraordinária que presenciei, e tenho visto inúmeras delas”. (Emmeline B. Wells, “My Testimony”, em Preston Nibley, comp. Faith Promoting Stories [Salt Lake City: Deseret Book Co., 1943], p. 137.)

quarta-feira, 13 de maio de 2015

LDS - cara a cara com Elder e Sister Bednar



Vejam o cara a cara com Elder e Sister Bednar.

Dísponivel no YouTube, essa foi a maior mutual já feita, ajudem seus filhos e jovens a assitir.



https://www.youtube.com/watch?v=nTu44DpeTd8&feature=em-lbcastemail


quinta-feira, 16 de abril de 2015

A benção patriarcal de Joseph Smith


Essa é a benção patriarcal do profeta Joseph Smith, ela foi divulgada muitas vezes como segue:




Joseph Smith, Jr.

Dado por Joseph Smith, Sr., Patriarca da Igreja dos Santos dos Últimos Dias, a seu filho, em 9 de dezembro de 1834. Joseph Smith Junior nasceu em Sharon, Condado de Windsor, Vermont, 23 de dezembro de 1805.
Joseph, meu filho, eu coloco minhas mãos sobre a tua cabeça no nome do Senhor Jesus Cristo, para confirmar sobre ti a bênção patriarcal. O Senhor teu Deus te chamou pelo nome dos céus: tu ouviste a voz do alto de vez em quando, na tua juventude. A mão do anjo da sua presença foi estendida para contigo pelo qual foste levantado e sustentado; sim, o Senhor te protegeu das mãos de teus inimigos e tu tens se alegrado na sua salvação;
Tu buscou conhecer os seus caminhos, e desde a tua infância sofreste meditando muito sobre as grandes coisas de sua lei. Tu sofreste muito na tua mocidade, e a pobreza e aflições da família de teu pai foram um sofrimento para a tua alma. Tu desejastes vê-los libertos da escravidão, pois tu amava com um amor perfeito. Tu ficaste com teu pai, e como Sem, teria coberto a sua nudez, ao invés de vê-lo exposto à vergonha: quando as filhas dos gentios riram, o teu coração foi movido com uma raiva só para vingar a tua parentela. Tu tens sido um filho obediente: os comandos de teu pai e as repreensões da tua mãe, respeitados e obedecidos - por todas estas coisas o Senhor meu Deus te abençoe. Foste chamado, mesmo em tua mocidade a grande obra do Senhor: para fazer uma obra nesta geração que nenhum homem poderia fazer como tu, em todas as coisas de acordo com a vontade do Senhor. Uma obra maravilhosa e um assombro que o Senhor operou com a tua mão, até o que há de preparar o caminho para que os remanescentes de seu povo para entrar entre os gentios, com a sua plenitude, como as tribos de Israel são restaurados.

Eu te abençoo com as bênçãos de teus pais Abraão, Isaque e Jacó, e até mesmo as bênçãos de teu pai, José, filho de Jacó. Eis que ele viu sua posteridade nos últimos dias, quando deveriam ser espalhados e conduzido pelos gentios, e choraram perante o Senhor: ele procurou diligentemente saber de onde o filho deve vir, que deve trazer a palavra do Senhor, pelo qual eles podem ser iluminados, e trouxe de volta para o verdadeiro rebanho, e os seus olhos viram-te, meu filho: seu coração se alegrou e sua alma estava satisfeita, e ele disse: Como minhas bênçãos estão a estender aos limites mais extremos dos eternos montes, como a bênção de meu pai excederão as bênçãos de seu Progenitor, e como os meus ramos vão correr por cima do muro, e minha semente irá herdar a terra escolhida, onde a Sião de Deus permanece, nos últimos dias, entre a minha descendência, espalhados com os gentios, será como a fonte da verdade e os seus lombos cingidos será como o cinto de justiça, cujas mãos, serão levantadas com a aceitação perante o Deus de Jacó para transformar, o Senhor desviou a ira do seu Ungido, cujo coração medita grande sabedoria, cuja inteligência deve circunscrever e compreender as coisas profundas de Deus, e cuja boca proferirá a lei do justo: estarão os seus pés sobre o pescoço de seus inimigos, e ele andará sobre as cinzas dos que procuram a sua destruição: com vinho e azeite deve ele ser sustentado, e ele deve alimentar-se da herança de Jacó, seu pai, o justo desejo de sua sociedade, e os retos de coração serão seus companheiros: Nenhuma arma forjada contra tu prosperará, e embora os ímpios vão mata-lo, por pouco de tempo, ele será como alguém levantando-se no calor do vinho - ele deve rugir em sua força, e o Senhor em seu posto colocará em fuga seus perseguidores: será abençoado como a azeitona frutífera, e sua memória deve ser tão doce como o cacho das primeiras uvas maduras. Como um completamente maduro, se reuniram no celeiro, por isso ficará em pé diante do Senhor, tendo produzido uma centena de vezes. Assim falou meu pai Joseph.
Portanto, meu filho, eu sei que para uma garantia de que essas coisas serão cumpridas, e eu confirmo sobre ti todas estas bênçãos.

Tu gostas de fazer o trabalho que o Senhor te ordenou: Tu possuis as chaves deste ministério, mesmo a presidência desta igreja, tanto no tempo e na eternidade. Teu coração deve ser aumentado, e tu serás capaz de encher a medida dos teus dias de acordo com a vontade do Senhor. Tu deves falar a palavra do Senhor, e da terra tremerão; as montanhas se moverão e os rios devem vir de seu curso. Tu, escaparás ao fio da espada, e puseram em fuga os exércitos dos ímpios. Pela tua palavra os coxos andarão, os surdos ouvirão e cegos a verão. Tu serás recolhido em Sião e em boa terra tu desfrutarás a tua herança; teus filhos e os filhos de teus filhos até a última geração; para o teu nome e os nomes de tua posteridade será registrado no livro do Senhor, mesmo no livro de bênçãos e genealogias, para sua alegria e benefício sempre. E agora, meu filho, o que mais direi? Tu és como uma oliveira frutífera e uma videira escolhida: serás carregada de frutos preciosos.
Milhares e dezenas de milhares de pessoas devem chegar ao conhecimento da verdade por meio de teu ministério, e tu se alegrar-se com eles no reino Celestial.

Tu deves levantar sobre a terra quando se desenrolar para lá e para cá como um homem embriagado, e for removido do seu lugar: tu ficarás quando os poderosos julgamentos saírem para a destruição dos ímpios: tu ficarás no Monte Sião, quando as tribos de Jacó vem gritando a partir do norte, e teus irmãos, os filhos de Efraim, coroá-los-ão em nome de Jesus Cristo: verás o teu Redentor vir sobre as nuvens do céu, e receber a multidão santificada com gritos de aleluias, louvar ao Senhor. Amém

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Conheça o Élder Marcos A. Aidukaitis








Élder Marcos A. Aidukaitis


Primeiro Quórum dos Setenta
O Élder Marcos A. Aidukaitis foi apoiado membro do Primeiro Quórum dos Setenta de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em 5 de abril de 2008, aos 48 anos de idade. Na época de seu chamado, estava servindo como presidente da Missão Brasil Brasília. Serviu como membro do Quarto Quórum dos Setenta na Área Brasil Sul de 2000 a 2005. Atualmente é conselheiro na Presidência da Área Brasil.
O Élder Aidukaitis formou-se em engenharia mecânica pela Universidade Brigham Young em 1988. Em 1989, recebeu o MBA também pela Universidade Brigham Young. Antes do chamado de presidente de missão ele era gerente geral da Ogara-Hess no Brasil e também era sócio da MAV Empreendimentos LTDA.
O Élder Aidukaitis serviu em vários chamados na Igreja, incluindo o de missionário de tempo integral na Missão Brasil São Paulo, sumo conselheiro, agente de bem-estar regional, presidente de estaca, presidente de missão e Setenta de Área.
Marcos Antony Aidukaitis nasceu em Porto Alegre, Brasil, em 30 de agosto de 1959. Casou-se com Luisa Englert em 1986. Eles têm cinco filhos.


domingo, 29 de março de 2015

Conheça o Elder Jairo Mazzagardi

 

 
 
Segundo Quórum dos Setenta
O Élder Jairo Mazzagardi foi apoiado membro do Segundo Quórum dos Setenta de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em 3 de abril de 2010, aos 62 anos de idade. Quando recebeu o chamado, servia como selador no Templo de Campinas Brasil.
O Élder Mazzagardi é empresário e proprietário aposentado da Cummorah Real Estate.
O Élder Mazzagardi serviu em vários chamados na Igreja, incluindo conselheiro de bispo, sumo conselheiro, conselheiro de presidente de estaca, presidente de estaca, Representante Regional, presidente da Missão Brasil Salvador, Setenta de Área e presidente do Templo de São Paulo Brasil.
Jairo Mazzagardi nasceu em Itú, Brasil em 10 de abril de 1947. Casou-se com Elizabeth Ienne em julho de 1970. Eles têm três filhos. O Élder e a irmã Mazzagardi moram em Vinhedo, São Paulo, Brasil.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Conheça o Elder Claudio R. M. Costa







Élder Claudio R. M. Costa foi apoiado membro do Primeiro Quórum dos Setenta de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em 31 de março de 2001. Foi membro da Presidência dos Setenta. Serviu no Segundo Quórum dos Setenta de abril de 1994 a março de 2001. Atualmente é o Presidente da Área Brasil.
Serviu como Presidente da Área América do Sul Norte e da Área Brasil Norte e como conselheiro nas Áreas Brasil Sul e América do Sul Sul.
Estudou marketing em São Paulo quando jovem e mais tarde serviu durante treze anos em diversas posições no Sistema Educacional da Igreja. Na época de seu chamado como Autoridade Geral, era o diretor do Instituto de Religião da Igreja em São Paulo.
Serviu na Igreja como professor do instituto e do seminário, conselheiro de bispo, bispo, sumo conselheiro de estaca, conselheiro de presidente de estaca, presidente de missão e representante regional.
Cláudio Roberto Mendes Costa nasceu em Santos, Brasil, no dia 25 de março de 1949. Casou-se com Margareth Fernandes Morgado em 1978. O casal tem quatro filhos e quatro netos.